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segunda-feira, 28 de julho de 2008

Era uma vez uma folha em branco.

Pinta de azul toda a folha branca e desenha o matinho com linha preta. Pinta de verde. No cantinho da folha, faz o tronco da árvore, o buraco do passarinho. Pinta de marrom o tronco e o buraco de preto. Folhas das arvores em forma de nuvem verde. Frutas vermelhas dentro das folhas em forma de nuvem. O sol no outro canto da folha: miolo amarelo, raios laranja e vermelhos. Óculos escuros no sol, pinta de preto pra mostrar que são escuros. Sorriso de linha vermelha no sol. Flor no matinho: cabinho verde, folhinha verde, miolo amarelo, pétala rosa. Uma formiga de três bolotas pretinhas, uma do lado da outra. Em cima de uma das bolotas da ponta, outra bolota - esta, com antenas - para fazer a cabeça. Ela estará do lado da direção para qual a formiga está se dirigindo. Gaivotas no meio da folha, como se estivessem voando em direção ao sol. Linhas azuis e preenchimento em branco para as gaivotas.

Assina o nome. Tá pronto.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Perdi o blogue

A postagem de "o bom filho à casa torna" era um poema de Álvaro de Campos, até o momento em que eu me dei conta de que não lembrava mesmo meu login e senha do blogue.

Aí eu vi que o negócio tava sério.

Preciso voltar a postar com mais freqüência.

Lelê, você está certa.

O bom é que eu já tenho o próximo post; deixemos Alvinho para depois.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Prisão de mente.

O lápis anda parado no papel e os dedos não se movem no teclado, ainda que haja tanta coisa a ser dita.

Tal qual um intestino que não funciona.